To aqui sentada no mesmo café, com um tiozinho inglês ao meu lado, artista plástico, pescador e tagarela.
Minha bateria tá acabando e meus minutos na internet também.
Precisava contar pra vocês que to viva e meus últimos dias de trip foram sensacionais!
Ontem fiz o tal Bungy Jump e gostei tanto que fiz outro hoje! hahaha

São três as opções de Bungy aqui.
O primeiro do mundo, Kawarau, tem o visual mais bonito. Escolhi esse por ser mais clássico, barato e menorzinho: 43 metros. É sobre um rio e tu podes escolher se quer te molhar ou não. Eu disse q não, mas não adiantou. Entrei de cabeça na água!
Foi demais!!

Uma vez que tu faz um Bungy Jump, tu ganha 20% de desconto nos próximos, em qualquer lugar do mundo. (Bungy Jump é uma marca registrada!).
Bom, viciei e fui hoje de novo.
The Legde, foi meu escolhido. Ele fica na famosa Skyline - um pico em cima da montanha que te permite a melhor visão da cidade. 47 metros dessa vez e muita adrenalina.
O outro Bungy aqui de Queenstown é o Nevis, o maior do mundo: 134 metros. Dá vontade de fazer sim, mas além de ser o mais alto é o mais caro também. E além do preço do salto, não tem como não comprar as fotos e o DVD depois né?
Só o salto do Nevis é 240 dólares neozelandeses e as fotos e vídeo são mais 100 doletas. Pros últimos dias de férias, seria uma bela facadinha no rim. Anyway, fica pra próxima.
Ah! Ontem também fiz o Shotover Jet.
Shotover é o nome de um dos rios mais bonitos daqui. O tal Jet vai muito rápido bem pertinho das pedras. É alucinante!
A água é absurdamente cristalina, o que torna o visual cinematográfico.
Eu chorei de emoção, mais uma vez.
Meus melhores amigos aqui em Queenstown são os caras que trabalham no bar do Hostel em que estou hospedada - um australiano e dois neozelandeses.
Um deles, o Shaun, viveu por mais de 30 anos na mesma cidade e resolveu percorrer o mundo.
Ficou um tempo no Alaska e agora tá aqui em Queenstown.
Falei pra eles que tava querendo fazer umas trilhas e o cara se pilhou.
Hoje pela manhã, fiz uma bela caminhada abaixo de chuva, ao redor de outro rio cristalino, em busca de uma cachoeira. Foi lindo, mais uma vez.
Amei Queenstown!
Ah! Outro grande amigo aqui, ou melhor, meu anjo, foi o Alex.
Ele me buscou no Aeroporto e me ajudou a buscar hospedagem.
A dica do Alex foi perfeita: Queenstown Lodge.
O hostel tem uma vista privilegiada do lago e um preço camarada.
Olha isso!

Ah! E esse é o Alex.

Pedi pra ele escrever alguma coisa sobre Queenstown, pq achei que não ia mais conseguir postar antes de embarcar.
O cara se puxou!!
“Moro há praticamente 4 anos na Ilha Sul e posso dizer que é lugar de muitos contrastes. Durante a maior parte dos 4 anos morei em Central Otago, mais precisamente em Queenstown, considerada capital mundial dos esportes radicais com mérito. Aqui você encontrará no inverno ski e snowboarding (meses de inverno são os mesmos que no Brasil) , mountain bike, corredeiras transparantes, parapentes, lanchas a jato, wakeboarding e uma vida norturna extremamente ativa com diversos Pubs bombando durante praticamente todos os dias da semana.
Quando peguei a Sabrina no aeroporto de Queenstown logo perguntei à ela: - e aí, pegou tempo bom na vinda de Auckland para Queenstown? Ela respondeu sim, logo pensei, a primeira impressão é a que fica! e no caso da Sabrina a primeira impressão foi o visual da cidade do alto com as montanhas e o Lago Wakatipu ao fundo. Quando me disse que gostava de esportes radicais e que queria fazer um bungy concluí: a Sabrina vai adorar Queenstown.
Ao mesmo tempo que guarda o espírito de uma cidade pequena, Queenstown mantém o status de uma cidade grande, onde sempre há o que se fazer e onde todos os locais se mostram amigáveis e solidários. Enfim, essa é uma característica da Ilha Sul, povo amigável, aliás muito amigável. Porém, ao contrário do que muitos pensam além de todos os esportes radicais , trilhas com visuais lindíssimos, lagos de águas transparentes e praias desertas, você também encontrará ótimas ondas espalhadas tanto pela costa leste como pelo Mar da Tasmânia (costa oeste), ou seja, existe surf de muita boa qualidade por aqui e se você é daqueles que gosta daquele velho espírito de buscar ondas perfeitas quebrando sozinhas a Ilha Sul é para você.
Não se esqueça: a Nova Zelândia é acima de tudo uma ótima opção para você aprender inglês com um custo de vida relativamente baixo comparado a outros países de língua inglesa, além é claro de ser um lugar onde você encontra desde montanhas com condições perfeitas para a prática de esportes de inverno, bem como praias de areia branca e ótimas ondas para a prática de surf.
Encontro vocês por aqui…”
Alexandre Feller de Araujo (parceiro NZB)
Bom, embarco amanhã pela manhã pra Auckland e à tarde pra Buenos Aires.
Fico lá mais uns dias e domingo to de volta ao Brasil.
Mas o blog continua.
Ainda tenho muito o que escrever!
Cheers!