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Um corpo que cai

Por Sabrina em 4/02/2009

Então, as fotos anteriores são do Bungy da Kawarau Bridge.
Naquele dia curti tanto que quis ir de novo.
Preferi fazer outro diferente.

Escolhi o The Ledge, que tem um visual maravilhoso da cidade de Queenstown.
A Nova Zelândia é super profissional no turismo.
Assim que tu termina o salto, os caras já te mostram as fotos impressas, post card com tua imagem e um DVD com a filmagem em vários ângulos.

Sensacional!!!

Bungy Jump é muito bom.
Se tiverem oportunidade, façam!

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Back Home

Por Sabrina em 3/02/2009

Claro que já cheguei em casa faz tempo.
Mas a correria foi grande e só agora parei pra fazer um novo post.
Aquela coisa: desfaz mala, dorme, faxina, dorme de novo, lava roupa e dorme mais uma vez.

Meu sono tá totalmente desregulado, ainda. Culpa do famoso Jet Lag (ou Jetlag ou Jet-lag).
Jet Lag é uma expressão em inglês, obviamente, que surgiu junto com o início das viagens a jato. (Jet= jato, Lag= diferença de horário)
Simplificando a expressão, é a fadiga de viagem. O Jet lag é consequência de viagens longas que passam por vários fusos horários, alterando o ritmo do nosso corpo. Meu relógio biológico tá bem louco, não sabe que horas deve dormir e nem sente fome nas horas que deveria.
Mas daqui a pouco eu volto ao normal!

To aqui, organizando minhas fotos e vídeos.
Tem tanta coisa!!

Bom, esse papo de Jet me fez lembrar o ShotoverJet, que foi o bote mais veloz que já andei na minha vida.
Além da velocidade, a proximidade que o brinquedo passa das pedras é assustadora.
Mais uma da série Sabrina Adrenalina! hahaha

Foram os neozelandeses que inventaram esses botes que fazem passeios malucos - os Jetboats.
Em Queenstown, tem um pra cada rio. Shotover é o nome de um dos rios cristalinos que passam pela cidade.
Tem outro bote que faz o Kawarau (o rio onde saltei de Bungy Jump) e tem outro que faz o Dart River. 

Tá a fim de ver como é?!

Olha só!

 
Issa!!

Além da adrenalina, o lugar é lindo.

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Bom, agora o trabalho me chama!
Daqui a pouco escrevo de novo.

Hasta!

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Queenstown - parte II

Por Sabrina em 29/01/2009

To aqui sentada no mesmo café, com um tiozinho inglês ao meu lado, artista plástico, pescador e tagarela.
Minha bateria tá acabando e meus minutos na internet também.
Precisava contar pra vocês que to viva e meus últimos dias de trip foram sensacionais!

Ontem fiz o tal Bungy Jump e gostei tanto que fiz outro hoje! hahaha

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São três as opções de Bungy aqui.
O primeiro do mundo, Kawarau, tem o visual mais bonito. Escolhi esse por ser mais clássico, barato e menorzinho: 43 metros. É sobre um rio e tu podes escolher se quer te molhar ou não. Eu disse q não, mas não adiantou. Entrei de cabeça na água!
Foi demais!!

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Uma vez que tu faz um Bungy Jump, tu ganha 20% de desconto nos próximos, em qualquer lugar do mundo. (Bungy Jump é uma marca registrada!).
Bom, viciei e fui hoje de novo.
The Legde, foi meu escolhido. Ele fica na famosa Skyline - um pico em cima da montanha que te permite a melhor visão da cidade. 47 metros dessa vez e muita adrenalina.
O outro Bungy aqui de Queenstown é o Nevis, o maior do mundo: 134 metros. Dá vontade de fazer sim, mas além de ser o mais alto é o mais caro também. E além do preço do salto, não tem como não comprar as fotos e o DVD depois né?
Só o salto do Nevis é 240 dólares neozelandeses e as fotos e vídeo são mais 100 doletas. Pros últimos dias de férias, seria uma bela facadinha no rim. Anyway, fica pra próxima.

Ah! Ontem também fiz o Shotover Jet.
Shotover é o nome de um dos rios mais bonitos daqui. O tal Jet vai muito rápido bem pertinho das pedras. É alucinante!
A água é absurdamente cristalina, o que torna o visual cinematográfico.
Eu chorei de emoção, mais uma vez.

Meus melhores amigos aqui em Queenstown são os caras que trabalham no bar do Hostel em que estou hospedada - um australiano e dois neozelandeses.
Um deles, o Shaun, viveu por mais de 30 anos na mesma cidade e resolveu percorrer o mundo.
Ficou um tempo no Alaska e agora tá aqui em Queenstown.
Falei pra eles que tava querendo fazer umas trilhas e o cara se pilhou.
Hoje pela manhã, fiz uma bela caminhada abaixo de chuva, ao redor de outro rio cristalino, em busca de uma cachoeira. Foi lindo, mais uma vez.

Amei Queenstown!

Ah! Outro grande amigo aqui, ou melhor, meu anjo, foi o Alex.
Ele me buscou no Aeroporto e me ajudou a buscar hospedagem.
A dica do Alex foi perfeita: Queenstown Lodge.
O hostel tem uma vista privilegiada do lago e um preço camarada.

Olha isso!

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Ah! E esse é o Alex.

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Pedi pra ele escrever alguma coisa sobre Queenstown, pq achei que não ia mais conseguir postar antes de embarcar.
O cara se puxou!!

“Moro há praticamente 4 anos na Ilha Sul e posso dizer que é lugar de muitos contrastes. Durante a maior parte dos 4 anos morei em Central Otago, mais precisamente em Queenstown, considerada capital mundial dos esportes radicais com mérito. Aqui você encontrará no inverno ski e snowboarding (meses de inverno são os mesmos que no Brasil) , mountain bike, corredeiras transparantes, parapentes, lanchas a jato, wakeboarding e uma vida norturna extremamente ativa com diversos Pubs bombando durante praticamente todos os dias da semana.
Quando peguei a Sabrina no aeroporto de Queenstown logo perguntei à ela: - e aí, pegou tempo bom na vinda de Auckland para Queenstown? Ela respondeu sim, logo pensei, a primeira impressão é a que fica! e no caso da Sabrina a primeira impressão foi o visual da cidade do alto com as montanhas e o Lago Wakatipu ao fundo. Quando me disse que gostava de esportes radicais e que queria fazer um bungy concluí: a Sabrina vai adorar Queenstown.
Ao mesmo tempo que guarda o espírito de uma cidade pequena, Queenstown mantém o status de uma cidade grande, onde sempre há o que se fazer e onde todos os locais se mostram amigáveis e solidários. Enfim, essa é uma característica da Ilha Sul, povo amigável, aliás muito amigável. Porém, ao contrário do que muitos pensam além de todos os esportes radicais , trilhas com visuais lindíssimos, lagos de águas transparentes e praias desertas, você também encontrará ótimas ondas espalhadas tanto pela costa leste como pelo Mar da Tasmânia (costa oeste), ou seja, existe surf de muita boa qualidade por aqui e se você é daqueles que gosta daquele velho espírito de buscar ondas perfeitas quebrando sozinhas a Ilha Sul é para você.
Não se esqueça: a Nova Zelândia é acima de tudo uma ótima opção para você aprender inglês com um custo de vida relativamente baixo comparado a outros países de língua inglesa, além é claro de ser um lugar onde você encontra desde montanhas com condições perfeitas para a prática de esportes de inverno, bem como praias de areia branca e ótimas ondas para a prática de surf.
Encontro vocês por aqui…”
Alexandre Feller de Araujo (parceiro NZB)

Bom, embarco amanhã pela manhã pra Auckland e à tarde pra Buenos Aires.
Fico lá mais uns dias e domingo to de volta ao Brasil.

Mas o blog continua.
Ainda tenho muito o que escrever!

Cheers!

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Auckland

Por Sabrina em 26/01/2009

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Isso foi em Auckland.

Neste exato momento estou em Queenstown, na ilha sul da Nova Zelândia.
Domi no verão e acordei no inverno. Ontem quando cheguei a temperatura era de quase 30° e hoje acordei nos 10°.
Segundo o povo daqui, no verão a temperatura pode variar de 5 à 25 graus no mesmo dia.

Tô num café no centro da cidade, ouvindo Tribo de Jah (sim, é cheio de brasileiros aqui também! hahaha) e usando a internet. Finalmente consegui carregar meus vídeos no Youtube!
Então antes de começar a contar quão maravilhoso é esse lugar, vou voltar no tempo um pouquinho.

Auckland!
A cidade foi fundada em 1840, e até 1865 foi capital da Nova Zelândia.
Hoje a capital é Wellington, cidade que fica mais ao sul e infelizmente não vou conhecer dessa vez.
Auckland é a cidade mais importante, maior, mais populosa e capital econômica do país.

Os neozelandeses também são carionhosamente chamados de kiwis.
Kiwi é também uma fruta muito produzida por aqui e o nome do animal símbolo do país.

kiwi

Bem esquisito, o kiwi é difícil de ser encontrado!
Ele é considerado um fóssil vivo. Não tinha presa, então não suas asas não se desenvolveram.
Vive no escuro, aparece raramente pros olhos humanos. E se aparecer, não podemos tirar fotos.
Segundo moradores de Queenstown, o flash pode cegar o animal.
Eu até agora só vi kiwi de pelúcia.

A principal atração turística de Auckland é a Sky Tower, o edificio mais alto do hemisfério sul, com 328 metros, apenas 8 centímetros menor que a Torre Eiffel.
Não fui! Sim, pode me xingar Diego!
Eu tava super cansada e preferi ir pras praias descansar e passar o dia como uma neozelandesa, e não como uma turista brasileira! hahaha
Além disso, vários kiwis que conversei são contra a tal tower. Eles dizem que ela foi construída com dinheiro de magnatas megalomaníacos e não deveria ser um símbolo da cidade.
Lá em cima tem um Cassino, outro motivo de divergentes opiniões.
Não tomei partido não, mas como não tinha tempo, não me senti tão mal em perder essa!

Bom, dei a grande sorte de encontrar esse querido casal de amigos.

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O Henrique e a Carol resolveram juntar os trapos do outro lado do mundo e vieram pra cá.
Ele era músico no Brasil e continua exercendo a função aqui. Faz voz e violão pelos bares de Auckland e toca também numa banda, a Batucada Sound Machine, formada por gringos apaixonados pelos batuques do Brasil.
Com a banda ele já teve a oportunidade de viajar pelo país e também pela Austrália.
Ele me comentou como é grande a quantidade de escolas de Jazz por aqui.
Mesmo assim, faltam instrumentistas.
Não só ele como outras pessoas me comentaram isso. Faltam cantoras, faltam baixistas.
Alguém se habilita?!
Nas outras horas, o Henrique é pintor!

A Carol ta estudando biologia aqui.
Lugar perfeito, não?!
Ela inclusive me forneceu várias informações sobre vegetação e fauna locais.

Aí vai um pouco dos meus dias em Auckland, de Waiheke ao Sea Food Festival!

Kia Ora!

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