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Por Sabrina em 3/02/2009

Claro que já cheguei em casa faz tempo.
Mas a correria foi grande e só agora parei pra fazer um novo post.
Aquela coisa: desfaz mala, dorme, faxina, dorme de novo, lava roupa e dorme mais uma vez.

Meu sono tá totalmente desregulado, ainda. Culpa do famoso Jet Lag (ou Jetlag ou Jet-lag).
Jet Lag é uma expressão em inglês, obviamente, que surgiu junto com o início das viagens a jato. (Jet= jato, Lag= diferença de horário)
Simplificando a expressão, é a fadiga de viagem. O Jet lag é consequência de viagens longas que passam por vários fusos horários, alterando o ritmo do nosso corpo. Meu relógio biológico tá bem louco, não sabe que horas deve dormir e nem sente fome nas horas que deveria.
Mas daqui a pouco eu volto ao normal!

To aqui, organizando minhas fotos e vídeos.
Tem tanta coisa!!

Bom, esse papo de Jet me fez lembrar o ShotoverJet, que foi o bote mais veloz que já andei na minha vida.
Além da velocidade, a proximidade que o brinquedo passa das pedras é assustadora.
Mais uma da série Sabrina Adrenalina! hahaha

Foram os neozelandeses que inventaram esses botes que fazem passeios malucos - os Jetboats.
Em Queenstown, tem um pra cada rio. Shotover é o nome de um dos rios cristalinos que passam pela cidade.
Tem outro bote que faz o Kawarau (o rio onde saltei de Bungy Jump) e tem outro que faz o Dart River. 

Tá a fim de ver como é?!

Olha só!

 
Issa!!

Além da adrenalina, o lugar é lindo.

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Bom, agora o trabalho me chama!
Daqui a pouco escrevo de novo.

Hasta!

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Queenstown - parte II

Por Sabrina em 29/01/2009

To aqui sentada no mesmo café, com um tiozinho inglês ao meu lado, artista plástico, pescador e tagarela.
Minha bateria tá acabando e meus minutos na internet também.
Precisava contar pra vocês que to viva e meus últimos dias de trip foram sensacionais!

Ontem fiz o tal Bungy Jump e gostei tanto que fiz outro hoje! hahaha

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São três as opções de Bungy aqui.
O primeiro do mundo, Kawarau, tem o visual mais bonito. Escolhi esse por ser mais clássico, barato e menorzinho: 43 metros. É sobre um rio e tu podes escolher se quer te molhar ou não. Eu disse q não, mas não adiantou. Entrei de cabeça na água!
Foi demais!!

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Uma vez que tu faz um Bungy Jump, tu ganha 20% de desconto nos próximos, em qualquer lugar do mundo. (Bungy Jump é uma marca registrada!).
Bom, viciei e fui hoje de novo.
The Legde, foi meu escolhido. Ele fica na famosa Skyline - um pico em cima da montanha que te permite a melhor visão da cidade. 47 metros dessa vez e muita adrenalina.
O outro Bungy aqui de Queenstown é o Nevis, o maior do mundo: 134 metros. Dá vontade de fazer sim, mas além de ser o mais alto é o mais caro também. E além do preço do salto, não tem como não comprar as fotos e o DVD depois né?
Só o salto do Nevis é 240 dólares neozelandeses e as fotos e vídeo são mais 100 doletas. Pros últimos dias de férias, seria uma bela facadinha no rim. Anyway, fica pra próxima.

Ah! Ontem também fiz o Shotover Jet.
Shotover é o nome de um dos rios mais bonitos daqui. O tal Jet vai muito rápido bem pertinho das pedras. É alucinante!
A água é absurdamente cristalina, o que torna o visual cinematográfico.
Eu chorei de emoção, mais uma vez.

Meus melhores amigos aqui em Queenstown são os caras que trabalham no bar do Hostel em que estou hospedada - um australiano e dois neozelandeses.
Um deles, o Shaun, viveu por mais de 30 anos na mesma cidade e resolveu percorrer o mundo.
Ficou um tempo no Alaska e agora tá aqui em Queenstown.
Falei pra eles que tava querendo fazer umas trilhas e o cara se pilhou.
Hoje pela manhã, fiz uma bela caminhada abaixo de chuva, ao redor de outro rio cristalino, em busca de uma cachoeira. Foi lindo, mais uma vez.

Amei Queenstown!

Ah! Outro grande amigo aqui, ou melhor, meu anjo, foi o Alex.
Ele me buscou no Aeroporto e me ajudou a buscar hospedagem.
A dica do Alex foi perfeita: Queenstown Lodge.
O hostel tem uma vista privilegiada do lago e um preço camarada.

Olha isso!

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Ah! E esse é o Alex.

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Pedi pra ele escrever alguma coisa sobre Queenstown, pq achei que não ia mais conseguir postar antes de embarcar.
O cara se puxou!!

“Moro há praticamente 4 anos na Ilha Sul e posso dizer que é lugar de muitos contrastes. Durante a maior parte dos 4 anos morei em Central Otago, mais precisamente em Queenstown, considerada capital mundial dos esportes radicais com mérito. Aqui você encontrará no inverno ski e snowboarding (meses de inverno são os mesmos que no Brasil) , mountain bike, corredeiras transparantes, parapentes, lanchas a jato, wakeboarding e uma vida norturna extremamente ativa com diversos Pubs bombando durante praticamente todos os dias da semana.
Quando peguei a Sabrina no aeroporto de Queenstown logo perguntei à ela: - e aí, pegou tempo bom na vinda de Auckland para Queenstown? Ela respondeu sim, logo pensei, a primeira impressão é a que fica! e no caso da Sabrina a primeira impressão foi o visual da cidade do alto com as montanhas e o Lago Wakatipu ao fundo. Quando me disse que gostava de esportes radicais e que queria fazer um bungy concluí: a Sabrina vai adorar Queenstown.
Ao mesmo tempo que guarda o espírito de uma cidade pequena, Queenstown mantém o status de uma cidade grande, onde sempre há o que se fazer e onde todos os locais se mostram amigáveis e solidários. Enfim, essa é uma característica da Ilha Sul, povo amigável, aliás muito amigável. Porém, ao contrário do que muitos pensam além de todos os esportes radicais , trilhas com visuais lindíssimos, lagos de águas transparentes e praias desertas, você também encontrará ótimas ondas espalhadas tanto pela costa leste como pelo Mar da Tasmânia (costa oeste), ou seja, existe surf de muita boa qualidade por aqui e se você é daqueles que gosta daquele velho espírito de buscar ondas perfeitas quebrando sozinhas a Ilha Sul é para você.
Não se esqueça: a Nova Zelândia é acima de tudo uma ótima opção para você aprender inglês com um custo de vida relativamente baixo comparado a outros países de língua inglesa, além é claro de ser um lugar onde você encontra desde montanhas com condições perfeitas para a prática de esportes de inverno, bem como praias de areia branca e ótimas ondas para a prática de surf.
Encontro vocês por aqui…”
Alexandre Feller de Araujo (parceiro NZB)

Bom, embarco amanhã pela manhã pra Auckland e à tarde pra Buenos Aires.
Fico lá mais uns dias e domingo to de volta ao Brasil.

Mas o blog continua.
Ainda tenho muito o que escrever!

Cheers!

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Chegadas e despedidas!

Por Sabrina em 23/01/2009

Ontem à noite já conheci boa parte da comunidade brasileira que tá em Auckland.
Lembrei de um amigo músico que tá por aqui, liguei pra ele e consegui encontrá-lo mais tarde.

Grande Henrique Morales, tava tocando no Brooklin, um bar na Queen Street (a rua mais movimentada da cidade, onde tudo acontece). A maioria da galera que tava lá era brasuca, já consegui pegar várias dicas, conhecer muita gente legal e perceber como o povo tá se dando bem por aqui.
A Nova Zelândia, assim como a Austrália, é um país que tá crescendo e oferece boas oportunidades de trabalho, inclusive na tua área de formação no Brasil. Existem ótimas universidades por aqui também.

E a cidade é um charme! Cheia de restaurantes simpáticos, cafés, lojas lindas e uma arquitetura de encher os olhos e a memória da câmera fotográfica!
Bom, vou lá tirar umas fotos e explorar a cidade de dia.
Plano pra hoje: Waiheke.
É uma ilha linda, cheias de praias maravilhosas. Dizem que é ótimo pra dar uma relaxada.
Oba! To precisando!

Deixo aqui pra vcs algumas fotos dos meus últimos dias em Sydney!
Foram várias despedidas e diversos lugares, momentos e pessoas que não vão sair nunca da minha memória.

Cheers!!

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The Great Ocean Road

Por Sabrina em 20/01/2009

A Great Ocean Road (GOR) é uma estrada muito famosa porque é o percurso com as paisagens mais bonitas do mundo.
São 243 km de muitas curvas, morros, praias, penhascos e casas maravilhosas de dar inveja.
A estrada foi construida entre 1919 e 1932, por 3 mil homens sobreviventes da Primeira Guerra Mundial.
Assim que concluída, se tornou uma homenagem aos que morreram na guerra.

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O monumento na pórtico de entrada da estrada, mostra os homens trabalhando felizes e a farda de lado.
Ah! No fundo, um chinesinho escondido invadiu minha foto.

Os chineses são maioria entre os turistas aqui na Austrália. Bom, tem os japas e os koreanos também - confesso que nem sempre consigo identificá-los.

Saí do centro de Melbourne às 8h da manhã neste bus cheio de turistas.

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Logo na primeira parada já fiz meu grupo de amigos: um casal escocês, uma senhora inglesa, uma koreana e
dois chineses, pai e filha.
Ficamos tirando fotos uns dos outros durante todo o trajeto.

A primeira parada foi Bells Beach, praia favorita dos surfistas da região.

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Lá acontece uma competição internacional de surfe, na Páscoa, que atrai milhares de turistas todos os anos.
Além das boas ondas, a praia é linda.

Paramos pra almoçar em Apollo Bay, outro lugar mágico.
É praia é um vale, cheio de restaurantes, cafés e lojinhas. Atrai várias famílias que passam as férias por lá no verão.
A pesca é a principal atividade do local e vários barcos te levam pra passeios com essa finalidade.

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Depois de várias outras paradas pra contemplar o visual dos lugares que passamos, chegamos nos famosos Doze Apóstolos.

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É de tirar o fôlego!

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Tirei 194 fotos do passeio.
Se quiser ver as outras, olha lá no meu Facebook!

Bom, a dica é essa.
Se tiver com tempo e parceiria, aluga um carro e faz a GOR dirigindo. Vai sair mais barato e tu tens mais liberdade pra parar em todos os lugares que quiser.
Eu tava sozinha e com pouquíssimo tempo! A viagem com esse bus valeu muito a pena no meu caso - foi tranquila, conheci um pessoal legal e pude ficar contemplando a vista ao invés de dirigindo.
O motorista é o guia e vai contando todas as histórias durante o trajeto.

Existem várias companhias que fazer esse passeio, e os valores vão de 80 à 150 dólares pra um dia, com almoço incluído.
Vale a pena!

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Melbourne

Por Sabrina em 19/01/2009

 

Exibir mapa ampliado

Aaaaaaaaaaa! Quero ficar mais!!
Apertei o “foda-se” na questão Dinheiro. Não sei quando vou voltar pra cá novamente, então tô naquelas: “coloca no cartão, depois eu dou um jeito de pagar”. Ou não, como diria Caê.
Mas a questão Tempo… essa não tenho como resolver. O tal Tempo acaba e é praticamente impossível recuperar.
E o meu, em especial, tá limitadíssimo!

Três dias em Melbourne não foram suficientes.
Essa cidade é maravilhosa!
É capital do estado de Victoria e a segunda cidade mais populosa do país. Segundo dados de 2007, são aproximadamente 3,8 milhões de habitantes.
Foi fundada em 1835 nas margens do rio Yarra, que é esse aí ó:

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Melbourne é considerada a capital australiana dos Esportes e da Cultura.
Hoje por exemplo, começou o Australian Open, campeonato de Tênis que tá agitando a cidade.
Tá rolando também o Summer Fun in the City - festival de verão que traz uma intensa programação de shows, workshops, atividades pra crianças e muito mais, explorando os principais parques da cidade.
No site http://www.thatsmelbourne.com.au/, tu encontras mais informações.

Dois dias antes de embarcar pra cá, conheci o Augusto - na Austrália é conhecido como Gus, e pra poucas brasileiras, Piriguete.
O apelido é bagaceiro, mas o “Piriga” é um cara pra lá de interessante.
Trabalhou com propaganda no Brasil e agora faz um curso de música em Sydney.

Ele me falou: “pô, vai pra Melbourne? fala com a Rosa!”.
Liguei na hora pra ela.
Rosa Maria, minha salvadora, tá me hospedando por aqui!

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Cheguei no sábado e vim direto pra casa onde ela tá morando, em Fitzroy, um dos bairros mais boêmios da cidade, cheio de bares e lojas legais, livrarias, brechós, galerias de arte e charmosos cafés.
Conversamos por poucos minutos que foram o bastante pra descobrirmos vários amigos em comum.
E o mais louco: a Rosa também nasceu em Cachoeira do Sul! hahaha
Mais uma da série The World is a Nut!

A Rosa trabalhou com moda no Brasil, já morou na Nova Zelândia e agora tá aqui em Melbourne.
Ela me falou de um barbecue que tava rolando na casa de um amigo brasileiro, o Guido, e lá fui eu!

Conheci um casal de paulistas, um mineiro, vários australianos, franceses, neozelandeses, todos super legais! E os irmãos do Guido, galera gente finíssima!
O tal Guido era o dono da casa, carioca, uma figuraça que tá super bem sucedido por aqui.
Morador de Melbourne há alguns anos, ele tem uma loja de marcas de roupas bacanas do Brasil e nas horas vagas também é DJ!
Feito!
No domingo ele me chamou pra discotecar junto com ele em um bar em St. Kilda.

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St. Kilda é um bairro charmosíssimo que fica na beira pra praia de Melbourne. Já foi super famoso por causa do alto movimento de prostituição e drogas, mas aos poucos esse cenário tem mudado e hoje em dia é famoso pela invasão dos turistas. Também cheio de bares, restaurantes e cafés (como toda a cidade), é uma dos locais favoritos dos viajantes que passam por aqui.

As ruas de Melbourne são estimuladoras de sentidos. Cheias de sons e aromas, que misturam rock com música clássica e curry com manjericão, tu fica hipinotizado e não quer ir embora! (super pessoal o comentário).
A cena gastronômica te hipinotiza tanto quanto a cena cultural, a arquitetura, a música e a moda.
Aqui todo mundo tem banda ou ao menos entende de música.
Da mesma forma, todo mundo tem estilo, ou ao menos acha q tem! hahaha

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Hoje acordei cedinho e peguei um bus pra The Great Ocean Road!
Tem mais essa: Melbourne tem uma vasta quantidade de opções de passeios alternativos ao redor da cidade. Como não podia fazer todos, tive que escolher.
Como toda a cidade do mundo, tu chega no aeroporto e já encontra todas as informações.
No site da Australian Pacific Touring tem todas as opções de roteiros turísticos disponíveis.

O meu passeio vale um post exclusivo! Tirei 190 fotos só hoje!!

Amanhã já volto pra Sydney e chego mais perto da minha despedida.
Vou tentar acordar o mais cedo possível, pra curtir o que puder de Melbourne ainda!

Então… boa noite pq aqui já é bem tarde!
Até!

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